Comportamento

CAPIVARAS: AS NOVAS INFLUENCERS DIGITAIS

Você já notou como as capivaras estão dominando as redes sociais e até os produtos que consumimos?

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Clientes fazem carinho em capivara no Café Capyba, em Tóquio, no Japão
Grace Xue

Esses roedores gorduchos e peludos se tornaram verdadeiras celebridades da internet, com milhões de vídeos em que aparecem relaxando, passeando ou simplesmente vivendo no ritmo mais tranquilo possível.

Nativas da América do Sul, as capivaras são conhecidas por sua calma e pela maneira adorável com que interagem com o ambiente e outros animais, incluindo os seres humanos. Seu comportamento descontraído fez com que virassem verdadeiras protagonistas on-line. Elas aparecem aceitando carinho, vestindo roupinhas e até vivendo dentro de casa.

Algumas chegam a ter milhares de seguidores em suas redes sociais. Quando vivem em zoológicos ou santuários espalhados pelo mundo, atraem filas de turistas que pagam para vê-las e para realizar atividades, como alimentá-las. Existem também campanhas em que os seguidores interagem enviando mensagens de carinho comestíveis para elas. Até mesmo do outro lado do mundo, em países como Japão e China, surgiram cafeterias especiais, onde as pessoas podem tomar um café enquanto capivaras passeiam livremente entre as mesas.

Alexandre Reis Percequillo, professor do Departamento de Ciências Biológicas da USP, afirma que é bem recente esse interesse todo pelas capivaras. Até pouco tempo, elas não eram muito conhecidas. Mas isso mudou com o aumento da população da espécie e a aproximação com a vida nas cidades. De acordo com ele, “as capivaras foram se habituando à presença humana, e vice-versa.”

Apesar de todo o sucesso, fica um alerta: elas continuam sendo selvagens e não devem ser tratadas como pets – são grandes, têm dentes afiados, precisam de espaço para viver de forma saudável e podem transmitir doenças. Embora algumas pessoas tentem mantê-las em casa, isso é um erro e pode até ser considerado crime ambiental.

As capivaras se adaptaram às áreas urbanas devido à destruição de seus habitats, o que as forçou a viver nas margens de rios e até mesmo em parques das cidades.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

 

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