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A data foi criada pela ONU e pela UNESCO para lembrar o quanto as mulheres já fizeram (e ainda fazem) pela ciência e pela tecnologia no mundo. É também uma oportunidade para incentivar mais meninas a entrarem nesse mundo incrível de descobertas.
Para inspirar você, aqui estão algumas cientistas brasileiras que marcaram história e abriram caminho para muitas outras:
Bertha Lutz (1894 – 1976): era uma cientista apaixonada por sapos. Ela se especializou no estudo dos anfíbios e foi uma das primeiras mulheres a trabalhar no serviço público no Brasil. Além de cientista, Bertha também era feminista e lutava pelos direitos das mulheres.
Elisa Frota Pessoa (1921 – 2018): foi uma das primeiras mulheres a se formar em Física no Brasil. Ela ajudou a criar o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e estudou radioatividade, contribuindo para importantes avanços na ciência brasileira.
Enedina Alves Marques (1913 – 1981): adorava matemática e queria ser mais do que professora: ela queria construir coisas! Assim, se tornou a primeira engenheira negra do Brasil. Ela participou de grandes projetos de construção no Paraná e deixou sua marca na história.
Jaqueline Goes de Jesus: é uma cientista moderna que fez história recentemente. Em 2020, quando o primeiro caso de Covid-19 foi confirmado no Brasil, ela e sua equipe mapearam o genoma do vírus em apenas 48 horas, enquanto o mundo levava cerca de 15 dias para fazer o mesmo.
Simone Maia Evaristo: bióloga, trabalha no Instituto Nacional do Câncer (INCA), onde ajuda a divulgar a importância da prevenção do câncer. Ela também é presidente de uma associação nacional que incentiva a formação de profissionais nessa área.
Thelma Krug: é especialista em mudanças climáticas e florestas. Com doutorado na Inglaterra, ela ocupa um cargo importante na ONU, ajudando a estudar e a combater as mudanças do clima no mundo todo.
Essas mulheres incríveis provam que a ciência não tem limites e que as meninas podem estar onde quiserem — no laboratório, no espaço, ou liderando pesquisas importantes para o futuro do planeta!
Fontes: Porvir.org e UNESCO
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