Julia Alves Maia, 8 anos e a gatinha Gamora, São Paulo (SP)
Arquivo pessoal
Conheci a Gamora quando ela tinha 3 anos. Ela já vivia com minha madrasta, então foi a primeira a chegar por aqui. Confesso que tenho um pouco de medo dela, porque às vezes ela fica me encarando.
A Frida entrou para a família depois. Nós a adotamos em um pet shop. No começo, ela era muito medrosa e ficava escondida debaixo da perna do meu pai. Mesmo com vários brinquedos e muito incentivo, demorou um tempo até ela começar a brincar com a gente.
O Dom chegou para nós bem pequeno. Ele se chamava Trovão, mas logo mudamos para Dom porque combina mais com ele!
Não costumo brincar muito com o Dom e a Frida, porque são brutos e não têm noção do tamanho deles, mas sempre faço carinho quando estão por perto. A Gamora às vezes vem no meu colo, quando está mais carente. Teve uma vez que brinquei com ela usando um ioiô, e ela adorou seguir o brinquedo no ar.
Os cachorros e a Gamora vivem em ambientes separados: como são grandes e precisam de espaço, Dom e Frida ficam no quintal, enquanto a Gamora vive dentro de casa.
Dom e Frida, os parceiros de latidos e brincadeiras!
Arquivo pessoal
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